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REVIEW ARTICLES

 

Mobilization in bed as therapeutic care to disease prevention: sistematic literature review for a clinical protocol


Mobilização no leito como cuidado terapêutico para prevenção de agravos: uma revisão sistematizada da literatura para um protocolo clínico


Ingrid Alves de Figueiredo1, Isabel Cristina Fonseca da Cruz1

1Universidade Federal Fluminense

 


ABSTRACT
Objective: Identify the best evidence of mobilization on the bed available in computerized literature.
Method: Computerized literature search for the elaboration of an integrative review, through the BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) and in the databases: LILACS (Latin American and Caribbean Health Sciences) BDENF (Base de Dados de Enfermagem), SciELO (Scientific Electronic Library Online), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem online), articles published in Portuguese, English and Spanish, full text available for the period between 2010-2015, adult and old patients, and in the scenery of Intensive Care Units.
Result: Among the 20 selected articles, the main mobilizations in bed found were every two hours, clockwise, starting with the right lateral decubitus, dorsal decubitus and left lateral decubitus, to prevent pressure ulcers (PUs), and a height elevation of the 30º headboard for the prevention of pneumonia associated mechanical ventilation (VAP).
Conclusion: A decubitus change routine every two hours in the ICU should be followed accurately for best results along with the height of the headboard should be at a height of 30, both respecting the clinical condition of the patient, his response and its limitations to the positions and the height of the headboard. Each patient is unique, and should be assessed only way in order to establish the most effective care.
Keywords: Intensive Care Units; Patient Positioning; Nursing Care.


RESUMO
Objetivo: Identificar as melhores evidências de mobilização no leito disponíveis na literatura computadorizada.
Método: Pesquisa bibliográfica computadorizada para elaboração de uma revisão integrativa, através da BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) e nas bases de dados: LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), BDENF (Base de Dados de Enfermagem), SciELO (Scientific Electronic Library Online), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line), artigos publicados em português, inglês e espanhol, texto completo disponível, no período compreendido entre 2010-2015, paciente adulto e idoso e tendo como cenário de estudo as Unidades de Terapia Intensiva.
Resultados: Dentre os 20 artigos selecionados, as principais mobilizações no leito encontradas foram a cada 2 horas, no sentido horário, iniciando pelo decúbito lateral direito, decúbito dorsal e decúbito lateral esquerdo, para a prevenção de Ulceras por Pressão (UPs), e uma altura de elevação da cabeceira de cama a 30º para a prevenção da Pneumonia Associada a Ventilação Mecânica (PAVM).
Conclusão: Uma rotina de mudança de decúbito a cada duas horas dentro das UTIs e deve ser seguida precisamente para melhores resultados, juntamente com a altura da cabeceira de cama deve estar em uma altura de 30º, ambas respeitando sempre as condições clinicas do paciente, sua resposta e suas limitações aos posicionamentos e a altura da cabeceira da cama. Cada paciente é único, e deve ser avaliado de forma única, a fim de estabelecer o cuidado mais eficaz.
Palavras-chave: Posicionamento do Paciente; Modalidades de Posição; Cuidados Críticos; Terapia Intensiva; Segurança do Paciente.



INTRODUÇÃO

Este estudo constitui trabalho de conclusão de curso e apresenta a temática mobilização no leito para a prevenção de eventos adversos e segurança do paciente.

O evento adverso pode ser entendido como dano causado não pela doença de base, mas sim pela assistência de saúde, que acarretou um tempo maior de internação do paciente e maior custo para o sistema de saúde. (1)

Uma assistência à saúde de qualidade é hoje, um dos maiores desafios para o setor. É direito do individuo receber um cuidado que seja seguro e eficiente em todo seu processo. (2)

A unidade de terapia intensiva (UTI) atende um perfil de pacientes específicos, geralmente acamados com alterações hemodinâmicas e risco de morte, necessitando de uma assistência de enfermagem especializada, complexa e segura, devido à sua condição clínica crítica e por e tratar de uma população de pacientes considerado de risco para eventos adversos. (3,4)

Na assistência de enfermagem aos pacientes internados em UTI, um dos cuidados principais para a prevenção de eventos adversos é a mudança de decúbito. É preconizado que seja realizada a cada duas horas, baseado no funcionamento de um relógio, em que o paciente é posicionado em decúbito lateral direito, dorsal e lateral esquerdo para diminuir a pressão nos tecidos. (5)

Uma rotina de mobilização no leito dentro das UTI é fundamental não só para prevenção de úlceras por pressão, mas também para a prevenção de complicações no paciente acamado, pois esse paciente pode vir a desenvolver: a síndrome do desuso muscular, constipação, estase de secreções pulmonares, trombose, infecção do trato urinário, retenção urinária, força ou resistência diminuída, hipotensão ortostática, desorientação e sentimento de impotência. (6)

Diante do exposto, o presente estudo tem como objetivo identificar, através de uma pesquisa bibliográfica computadorizada, as melhores evidências disponíveis de mobilização no leito, a fim de evitar complicações na condição do paciente crítico acamado.


METODOLOGIA

Este estudo trata-se de uma pesquisa bibliográfica computadorizada a fim de elaborar uma revisão de literatura sobre o tema exposto.

Para a busca dos artigos, utilizou-se a internet no dia 9 de setembro de 2015, para acessar a BVS (Biblioteca Virtual em Saúde) e través das bases de dados: LILACS (Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde), MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval Sistem on-line), realizou-se a coleta dos artigos. Os critérios de inclusão usados para a seleção dos artigos foram: artigos publicados em português, inglês e espanhol, texto completo disponível nas bases de dados selecionadas, no período compreendido entre 2010-2015, paciente adulto e idoso, tendo como cenário de estudo as Unidades de Terapia Intensiva e trabalhos desenvolvidos pela enfermagem. A escolha dos descritores foi baseada no DeCS (Descritores em Ciências da Saúde) e do MeSH (Medical Subject Headings) e através da analise dos significados, foram escolhidos aqueles que tinham relação com o tema deste estudo. No DeCS foram: Posicionamento do Paciente, Modalidades de Posição, Cuidados Críticos, Terapia Intensiva e Segurança do Paciente e no MeSH: Intensive Care Units; Patient Positioning; Nursing Care. Para uma busca mais objetiva e especifica dos artigos, realizaram-se todas as combinações possíveis entre os descritores nas bases de dados selecionados através do operador booleano AND.

A qualidade dos estudos selecionados foi analisada e classificada segundo os níveis de evidências do Centro de Oxford para a Medicina baseada em evidências. (7)

Classificar estudos segundo a força da evidencia significa validar os resultados apresentados quanto a sua acurácia e relevância. Planejar a assistência de enfermagem baseada em evidencias é integrar as melhores evidências, apontadas nas pesquisas científicas na atuação prática, para sustentar as decisões clínicas de diagnóstico, intervenção e resultados esperados. (8)

Os resultados coletados e analisados serão dispostos em tabelas para melhor compreensão e posteriormente a discussão. Ao final, será apresentada a conclusão da revisão integrativa e da pergunta norteadora.

 

RESULTADOS

Para a seleção da amostra, após a exclusão de artigos iguais publicados em duas ou mais bases de dados diferentes, aplicação dos critérios de busca, exclusão de artigos que não se relacionavam com a temática do estudo, análise dos resumos e da relevância do tema, foram selecionados 20 artigos. Para uma melhor visualização e entendimento dos estudos selecionados, segue abaixo os quadros 1, 2 e 3.


Quadro 1 – Fluxograma da seleção dos estudos para inclusão na amostra. Niterói, 2015.

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Quadro 2 Descrição dos 20 artigos selecionados segundo o Título, Autores/Data/País, Objetivo da pesquisa, Tipo de estudo, Força de evidência, Principais achados e Conclusões dos autores; Niterói, 2015.


Titulo

Autores/ Data/País

Objetivos da Pesquisa

Tipo de estudo

Força de
Evi-dência

Principais achados

Conclusões dos Autores

Ações de enfermagem na profilaxia da pneumonia associada à ventilação mecânica. 9

Gonçalves FAF, Brasil VV,
Ribeiro LCM, Tipple AFV./ 2012/ Brasil.

Identificar as ações da equipe de enfermagem relacionadas à profilaxia da pneumonia associada à ventilação mecânica

Estudo Observacional

2C

A higiene das mãos ocorreu, sobretudo, após os procedimentos.
A maioria dos cuidados como a elevação da cabeceira, higiene brônquica e bucal, administração da dieta e também dos cuidados com os circuitos do ventilador mecânico não foram adequados.

A maioria das medidas recomendadas para reduzir a PAV relacionadas ao posicionamento da cabeceira da cama, à higiene brônquica e bucal, à administração de dieta e ao manejo dos circuitos do ventilador mecânico não foi seguida.

Mobilização terapêutica como cuidado de enfermagem: evidência surgida da prática. 6

Silva RFA, Nascimento MAL./2011/Brasil.

Identificar como os parâmetros relativos à mecânica pulmonar do paciente crítico, sob ventilação mecânica, se comportam, após o procedimento técnico de mudança de decúbito realizado pela equipe de enfermagem.

Estudo Observacional

2C

Foram observadas alterações positivas e negativas na mecânica pulmonar em todos os pacientes, em diferentes posições, possivelmente associada à mudança de decúbito.

Concluiu que a avaliação clínica é fundamental para a prescrição de enfermagem relativa à mudança de decúbito, pois a mecânica pulmonar pode se modificar de acordo com a posição do paciente no leito, trazendo, inclusive, resultados negativos.

Ações dos enfermeiros na gerência do cuidado para prevenção de úlceras por pressão em unidade de terapia intensiva. 10

Stein EA, Santos JLG, Pestana AL,
Guerra ST, Prochnow AG, Erdmann AL./ 2012 /Brasil.

Identificar as ações de prevenção de Úlceras por Pressão (UPs) utilizadas pelos enfermeiros na gerência do cuidado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Observação de resultados terapêuticos (outcomes research)

2C

 As principais estratégias preventivas referidas pelos enfermeiros foram mudança de decúbito, exame físico diário da pele, hidratação da pele, o uso de coxins, suporte nutricional, uso de colchão piramidal e realização de massagens de conforto.

Os enfermeiros reconheçam a importância dessas estratégias, no entanto a sobrecarga de atividades, o estado crítico dos pacientes e o alto índice de absenteísmo dificultam, muitas vezes, que elas sejam implementados no contexto investigado.

Ações e/ou intervenções de enfermagem para prevenção de infecções hospitalares em pacientes gravemente enfermos: uma revisão integrativa. 11

Calil K, Valente GSC, Silvino ZR./ 2014/ Brasil.

Identificar na literatura existente publicada a partir do ano de 1997, as ações e/ou intervenções de enfermagem para prevenção de infecções hospitalares em pacientes adultos criticamente enfermos.

Revisão Sistemática

3A

Foram analisados 29 artigos e para analise dos dados encontrados, utilizou-se a leitura interpretativa e a análise temática das seguintes categorias: Higienização das Mãos, Intervenções Educacionais, Introdução de Novas Tecnologias em Saúde, Higiene Oral, Aspiração do Conteúdo Gástrico, Mudança de Decúbito e Elevação da Cabeceira do Leito.

Concluiu que as ações e/ou intervenções de enfermagem para prevenção de infecções hospitalares que mais aparecem na literatura estão relacionadas as de corrente sanguínea e trato respiratório além da lavagem das mãos.

Eficácia de estratégias educativas para ações preventivas da pneumonia associada à ventilação mecânica. 12

Gonçalves FAF, Brasil VV, Minamisava R, Caixeta CR, Oliveira LMAC, Cordeiro JABL./ 2012/ Brasil.

Determinar a eficácia de estratégia educativa para melhorar o desempenho da equipe de enfermagem na realização de procedimentos preventivos da pneumonia associada à ventilação mecânica.

Ensaio Clínico Controlado

2B

Trinta dias após workshops os grupos foram sistematicamente observados.
A intervenção foi eficaz para higienização da língua (51%), montagem do ventilador (43%) e ordem correta tubo-nariz-boca na higiene brônquica (13%).

Estudos em diferentes cenários poderão confirmar a eficácia da estratégia analisada (workshop), assim como identificar outras estratégias educativas úteis para prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica.

Demanda de intervenções de enfermagem a pacientes sob cuidados intensivos: nas - nursing activities score. 13

Feitosa MC, Leite IRL, Silva GRF./ 2012/ Brasil.

Avaliar a demanda de cuidados de enfermagem
pela aplicação do Nursing Activities Score (NAS).

Estudo descritivo

2C

Os itens mais pontuados foram referentes às categorias
“Atividades básicas”, “Tarefas administrativas e gerenciais” e “Suporte respiratório”.

Uma média do NAS elevado permitiu concluir que a clientela apresentou acentuada necessidade de cuidados, indicando o NAS como um bom instrumento para gerenciar recursos humanos de enfermagem.

Backrest position in prevention of pressure ulcers and ventilator-associated pneumonia: Conflicting recommendations. 14

Burk RS, Jo Grap M./ 2013/ EUA

Discutir a principal evidência para prevenção de Ulceras por pressão (UP) e pneumonia associada à ventilação (PAV), aparentemente conflitantes no ambiente de cuidados intensivos e apresentar perspectivas no manejo de pacientes em risco simultânea para ambos.

Revisão sistemática de ensaios clínicos controlados randomizados

1A

Observa que o uso de maior elevação encosto não é viável por exigir tempo e pessoal adicional para puxar pacientes na cama, aumentando a carga de trabalho de enfermagem e o risco de surgimento de UP e relata a importância da redução de todos os fatores de risco de úlcera de pressão deve ser o foco da atenção, não apenas a escolha da posição do paciente.

Conclui que cada paciente tem características únicas e condições de saúde que podem ditar a utilização de uma posição sobre o outro e aponta a necessidade de estudos clínicos randomizados para determinar melhor qual a posição de encosto do paciente para prevenção de ambas as complicações.

Factors Associated With the Level of Backrest Elevation in a Thoracic Cardiovascular Intensive Care Unit. 15

Ballew C, Buffmire MV, Fisher C, Schmidt P, Quatrara B, Conaway M, et al./ 2011/ EUA

Determinar a relação entre a elevação de encosto e instabilidade hemodinâmica em pacientes em uma unidade de terapia intensiva cardiovascular torácica.

Ensaio Clínico Controlado e Randomizado

1B

Independente da estabilidade hemodinâmica, os pacientes tiveram uma elevação média de encosto 23º (menor do que o recomendado). Na presença de suporte hemodinâmico intravenoso, especialmente drogas vasopressoras, o encosto elevação foi ainda menor.

Sugere que a manutenção de elevação de encosto abaixo dos níveis recomendados é uma intervenção utilizada por enfermeiros para lidar com instabilidade hemodinâmica e hipotensão. Independentemente disso, a elevação encosto neste estudo foi consistentemente menor do que o nível recomendado, especialmente em pacientes com hipotensão e infusões de vasoconstritores.

Dor em pacientes críticos sob a ótica de enfermeiros intensivistas: avaliação e intervenções. 16

Silva CCS, Vasconcelos JMB, Nóbrega MML./ 2011/Brasil.

Investigar o conhecimento e a prática dos enfermeiros intensivistas sobre a avaliação da dor em pacientes críticos, identificando as principais intervenções implementadas.

Estudo Descritivo

2C

O estudo apontou seguintes ideias centrais: A dor é uma resposta aos procedimentos invasivos, como a imobilização por tempo prolongado; Avaliação através da face de dor e angústia; através das escalas de intensidade; Administração dos medicamentos prescritos.

A dor deve ser considerada um sinal vital tão importante quanto os outros e dessa forma a eficácia do tratamento e o seu seguimento dependem de uma avaliação e mensuração confiável e válida.

Predictors and use of non-pharmacologic interventions for procedural pain associated with turning among hospitalized adults. 17

Faigeles B, Howie-Esquivel J, Miaskowski C, Stanik - Hutt J, Thompson C, White C, et al./ 2013/ EUA

Descrever as características da dor de pacientes durante a mudança de decúbito e sua associação com características demográficas e clínicas dos pacientes; Determinar a frequência de uso de várias intervenções não farmacológicas para pacientes adultos hospitalizados submetidos ao procedimento doloroso de mudança de decúbito; e Identificar os fatores que predizem o uso de intervenções não farmacológicas específicas para a dor associada com a mudança de decúbito.

Estudo Descritivo

2C

O estudo observa que o uso combinado de intervenções farmacológicas e não farmacológicas durante um procedimento de mudança de decúbito pode fornecer a melhor abordagem para a gestão da dor.

Concluiu que as intervenções não farmacológicas, como voz calma, informação, e respiração profunda, foram usadas frequentemente na mudança de decúbito e aponta a necessidade de realização de ensaios clínicos randomizados para examinar a eficácia das intervenções não farmacológicas para a dor.

Prevenção e tratamento de úlceras por pressão no cotidiano de enfermeiros intensivistas. 18

Rolim JA, Vasconcelos JMB, Caliri MHL, Santos IBC./ 2013/ Brasil.

Identificar as atividades de prevenção e tratamento de úlcera por pressão, planejadas e/ou implementadas por enfermeiros na Unidade de Terapia Intensiva, a importância atribuída às intervenções e as dificuldades encontradas para executá-las.

Estudo Exploratório

2C

Destacou a mudança de decúbito entre as medidas de prevenção e o curativo como o principal cuidado no tratamento da úlcera por pressão e como dificuldades, a deficiências nos recursos humanos, em número, capacitação e falta de adesão da equipe; e nos recursos materiais para promover conforto e segurança ao paciente.

Aponta a necessidade de qualificar os profissionais de enfermagem para avaliar o risco de o paciente desenvolver esse problema, e para planejar as ações de caráter preventivo, visto que, depois que elas aparecem, os cuidados se tornam mais complexos, e isso requer mais exigências tanto da instituição quanto da equipe, além de piorar o prognóstico do paciente.

Aplicabilidade do protocolo de prevenção de úlcera de pressão em unidade de terapia intensiva. 19

Silva EWNL, Araújo RA,
Oliveira EC, Falcão VTFL./ 2010/ Brasil.

Avaliar a aplicabilidade da escala de Braden em pacientes de terapia intensiva.

Estudo Descritivo

2C

Quanto aos fatores de risco relacionados: 36,4% apresentavam leve limitação à percepção sensorial, 50,9% pele ocasionalmente úmida; 97,3% restritos ao leito; 39,1% muito limitados à mobilidade, 45% nutrição provavelmente inadequada, 61,8% apresentaram problema quanto à fricção e cisalhamento.

Concluiu que há um elevado risco para o desenvolvimento de ulcera de pressão em pacientes de terapia intensiva e que esse instrumento parece ser adequado para auxiliar na implementação de medidas de prevenção.

A sistematização da assistência de enfermagem e as necessidades de cuidados de pacientes internados em terapia intensiva. 20

Benedet SA,Brasil N./ 2012/ Brasil

Caracterizar as necessidades de cuidados de enfermagem dos pacientes internados em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) a partir da identificação dos diagnósticos e intervenções de enfermagem mais frequente.

Estudo Descritivo

2C

Foram identificados 71 diagnósticos de enfermagem, destes, 8 identificados em todos os pacientes: Padrão respiratório ineficaz; Troca de gases prejudicada; Capacidade de transferência prejudicada; Deambulação prejudicada; Incapacidade para manter respiração espontânea; Perfusão tissular ineficaz; Proteção ineficaz e Risco para Infecção.

Concluiu que a maioria das intervenções está voltada para as necessidades psicobiológicas, oxigenação e atividade física, o que demanda um número maior de horas de cuidados de enfermagem.

Implantação da Escala de Braden em uma unidade de terapia intensiva de um hospital universitário. 21

Bavaresco T, Medeiros RH, Lucena AF./ 2011/ Brasil.

Implantar a Escala de Braden (EB) como instrumento de predição de risco para úlcera por pressão (UP) e analisar os resultados do seu uso em uma unidade de terapia intensiva.

Estudo Descritivo

2C

Verificou-se aplicabilidade da EB,
o que possibilitou identificar os pacientes em risco para UP e as dificuldades na implantação foram referentes
à periodicidade de seu preenchimento, que aponta à necessidade da conscientização e preparo dos enfermeiros para o uso desta ferramenta no cuidado ao paciente.

A utilização da EB como teste piloto demonstrou-se viável, bem como possibilitou conhecer as características dos pacientes em risco e os que desenvolveram a UP.

Comunicação não verbal em unidade de terapia intensiva: validação de um método alternativo. 22

Mota GP, França FCV./ 2010/ Brasil.

Identificar junto aos enfermeiros as principais necessidades de comunicação do paciente impossibilitado de comunicar-se oralmente em decorrência de uso de cânula de traqueostomia, durante a internação em Unidade de Terapia Intensiva; Otimizar e validar o método de comunicação visual por meio de cartões ilustrativos.

Estudo descritivo

2C

As necessidades identificadas incluíram dor, calor, frio, aspiração, mudança de decúbito, elevação da cabeceira da cama, sede, alimentação, comunicação com familiares, iluminação e higienização.

A identificação das necessidades dos pacientes pelos enfermeiros foi considerada satisfatória, porém limitada. O método se mostrou adequado como tal, porém necessitando ampliação das temáticas e melhoria do sistema visual.

Interface Pressure at
different degrees of
backrest elevation
with various types of
pressure-redistribution surfaces. 23

Lippoldt J, Pernicka E, Staudinger T./ 2014/ Áustria.

Medir a pressão na interface entre a pele da região sacral e a superfície de suporte, em voluntários saudáveis, em diferentes graus de posição vertical com diferentes tipos de colchões.

Ensaio clínico randomizado

1A

Pressões de interface da região sacral aumentaram significativamente apenas na posição vertical de 45°. Observou-se apenas um aumento mínimo ou nenhum entre as pressões de interface na posição de 30 ° na vertical.

Uma elevação de encosto de 30 ° poderia, portanto, conciliar as exigências supostamente incompatíveis de integridade da pele e prevenção de PAV. A posição Trendelenburg reverso e um sistema de colchão com tecnologia de baixa perda de ar poderiam ser ferramentas úteis adicionais para ajudar a prevenir lesões na pele na região sacral.

Bundle de prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica: o que sabem os
enfermeiros a esse respeito? 24

Gomes AM, Silva RCL./ 2010/ Brasil.

Avaliar o conhecimento dos enfermeiros de terapia intensiva sobre o Bundle de Ventilação; Identificar que cuidados de Enfermagem são prestados pelos Enfermeiros na prevenção da PAV e; Correlacionar esses cuidados com aqueles recomendados pelo Bundle de ventilação.

Estudo Descritivo

2C

Dentre os cuidados mais citados pelos sujeitos da pesquisa, o único com excelente nível de evidência, portanto, recomendado pelo Bundle é a manutenção da cabeceira elevada (71%).

Concluiu que a pneumonia associada à ventilação mecânica, embora seja uma infecção que pode ser evitada, através do cuidado de enfermagem fundamentado nas melhores evidências científicas disponíveis e descrito no Bundle de ventilação no Bundle de ventilação, poucos são os enfermeiros que o conhecem e o aplicam na prática,

Bundles de prevenção da pneumonia associada à ventilação mecânica em unidade de terapia intensiva. 25

Oliveira MLL, Nunes RD./2015/ Brasil.

Verificar as principais medidas de impacto na redução da pneumonia associada à ventilação mecânica (PAV) de pacientes internados em UTI.

Revisão Bibliográfica

    1A

Aponta a necessidade de um aperfeiçoamento por parte da equipe de enfermagem da UTI para que se possa ter uma melhor assistência e para que essa prática seja usada como prevenção da PAV.

Os resultados demonstraram que os Bundles recomendados para reduzir a PAV são: posicionamento da cabeceira, higiene oral com clorexidina 0,12%, interrupção diária da sedação, profilaxia da úlcera de estresse, profilaxia da trombose venosa profunda.

A nursing clinical decision support system and potential predictors of head-of-bed position for patients receiving mechanical ventilation. 26

Lyerla F, LeRouge C, Cooke DA, Turpin D, Wilson L./ 2015/ EUA

Facilitar a incorporação de práticas baseadas em evidências, melhorando o posicionamento dos pacientes que receberam ventilação mecânica e; Identificar as características do paciente que predizem o uso da diretriz de elevação de cabeceira de cama.

Estudo Descritivo

2C

Elevações maiores foram em pacientes com sondas enterais e naqueles com diagnóstico de doença pulmonar, comparados aos que não possuíam nenhuma das duas características. Elevações menores foram em pacientes com doença gastrintestinal e naqueles com IMC entre 25,0 e 29,9 (sobrepeso).

Um sistema de apoio à decisão clínica de enfermagem pode aumentar a adesão dos enfermeiros com as diretrizes. Diagnósticos gastrintestinais e pulmonares, índice de massa corporal e alimentação por sondas enterais são preditores de elevação da cabeceira da cama.

Using the Beach Chair Position in
ICU Patients. 27

Caraviello KAC, Nemeth LS, Dumas, BP. / 2010/ EUA

Analisar o benefício da Posição Cadeira de Praia (70º) em pacientes de UTI.

Estudo Descritivo

2C

A colocação de pacientes na Posição Cadeira de Praia requer menos pessoal do que outras intervenções exigem, e, portanto, o paciente pode ser mobilizado de forma mais rápida e facilmente e com menos risco de lesões para o cuidador, porem, com o aumento da mobilidade, as suas respostas fisiológicas normais são alteradas, como quadro de agitação ou aumento da pressão intracraniana.

A Posição Cadeira de Praia foi usada com segurança para a mobilidade precoce de pacientes de UTI envolvidos no estudo e, foi associado com a diminuição das taxas de PAV, quando comparado com o grupo de comparação histórica, podendo ser considerada um método de mobilização precoce para melhorar a função pulmonar.

 

Quadro 3 – Abordagem de mobilização no leito apresentados pelos artigos. Niterói, 2015.


Tema

N Artigos

Porcentagem

Prevenção de Ulceras por Pressão (UPs)                                          

6

30%

Prevenção de Pneumonia Associada à Ventilação Mecânica (PAVM)

9

45%

Manejo de dor na pratica de mobilização do paciente

2

10%

Alterações hemodinâmicas provocadas pelos diferentes decúbitos

1

5%

Demanda de profissionais na pratica de mobilização no leito

1

5%

Necessidades de comunicação do paciente

1

5%

Total

20

100%

 

DISCUSSÃO

As publicações brasileiras possuem um nível de evidência baixo quando comparadas as publicações norte-americanas. Isso aponta a importância da produção e publicação de pesquisas de qualidade com a temática de mobilização no leito na enfermagem brasileira, pois o tema é uma ferramenta do cuidado capaz de prevenir um serie de agravos como foi apresentado anteriormente.

Diante dos resultados encontrados, é possível identificar que a temática é aplicada em diversas situações, as principais encontradas e que serão discutidas são na prevenção de úlceras por pressão (UPs) e na prevenção de infecções hospitalares, em especial a pneumonia associada à ventilação mecânica (PAVM). A temática também aparece no manejo da dor na pratica da mobilização do paciente acamado, na variação hemodinâmica provocada pelos diferentes decúbitos, na demanda de profissionais para realização da mudança de mobilização e nas necessidades de comunicação do paciente, porém com menor frequência.

Dentro dos protocolos de cuidados instituídos dentro das unidades de terapia intensiva, o Bundle de prevenção da PAVM preconiza que a cabeceira da cama fique entre 30-45° em paciente que estejam em ventilação mecânica, a menos que tenham alguma contra indicação para essa elevação de cabeceira. A altura entre 30-45º é uma das principais estratégias aplicadas na prevenção da broncoaspiração, e consecutivamente a PAVM. No posicionamento em 45º há uma maior complacência pulmonar comparada aos outros decúbitos, maior resistência pulmonar, melhor volume corrente ventilatório, contribuindo também para a diminuição de casos de atelectasia. Algumas estratégias poderiam ajudar na manutenção da elevação como: Controle da elevação através de marcação na cama e/ou na parede; diminuir a elevação somente quando necessário, ou seja, na mudança de decúbito, na higiene corporal e na fisioterapia, sendo reposicionado novamente ao final dessas atividades. (28-32)

Pode se observar um conflito apresentado por um estudo 14 entre a altura de cabeceira de cama ao paciente em ventilação mecânica no que tange a prevenção de pneumonia hospitalar e a prevenção de úlceras por pressão. As recomendações de elevação de cabeceira de cama é que seja entre 30º- 45º para prevenção de PAVM, aspiração do conteúdo gástrico a 45º e prevenção de úlceras por pressão seja no máximo a 30º. Mediante a esse impasse, há uma preferência pela posição de 30°, enquanto não representar riscos ou conflitos com outros procedimentos. (33)

As úlceras por pressão podem se desenvolver através da aplicação de uma pressão perpendicular em uma região na pele, como resultado da ação da gravidade e por tempo indiscriminado, principalmente em áreas de proeminência óssea, acarretando oclusão dos capilares sanguíneos, subsequentemente isquemia e necrose caso a pressão não seja removida ou aliviada. (34)

Com o intuito de prevenir o surgimento de úlceras por pressão, a mudança de decúbito é a principal estratégia utilizada pela equipe de enfermagem. Ela deve ser realizada a cada 2 horas, alternando em decúbito lateral direito (DLD), decúbito dorsal (DD) e decúbito lateral esquerdo (DLE), servindo para alívio das áreas de pressão nos tecidos e melhora da circulação local, reduzindo a força de cisalhamento e a pressão na região. (35)

Vale ressaltar que um dos estudos15 aborda o posicionamento no leito e suas alterações hemodinâmicas.  No dia a dia dentro de uma UTI, aplica-se a posição de Trendelenburg para um provável aumento do retorno venoso e consequentemente, aumento do débito cardíaco causando uma elevação na pressão arterial, e revertendo, mesmo que minimamente e temporariamente, um quadro de hipotensão.


CONCLUSÕES

Diante do exposto, conclui-se que a prática baseada em evidência permite ao enfermeiro tornar sua assistência eficiente, planejando seus cuidados de forma consciente e que a mudança de decúbito é uma ferramenta importante e simples da enfermagem capaz de prevenir uma serie de agravos.

Uma rotina de mudança de decúbito a cada duas horas é preconizada nos protocolos instituídos dentro das UTI e deve ser seguida precisamente para melhores resultados, juntamente com atenção a altura da cabeceira de cama, que deve estar em 30º, ambas respeitando sempre as condições clínicas do paciente, sua resposta e suas limitações aos posicionamentos e a altura da cabeceira da cama.

 

REFERÊNCIAS

1. Brasil. Ministério da Saúde; Fundação Oswaldo Cruz; Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Documento de referência para o Programa Nacional de Segurança do Paciente. 1ª ed. Brasília : Ministério da Saúde; 2014.

2. Brasil. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Assistência Segura: Uma Reflexão Teórica Aplicada à Prática. 1º ed. ANVISA; 2013.

3. Viana RAPP, Whitaker IY. Enfermagem em terapia intensiva: práticas e vivências. Porto Alegre: Artmed; 2011.

4. Rothschild JM, Landrigan CP, Cronin JW, Kauschal R, Lockley SE, Burdick E, et al. The Critical Care Safety Study: the incidence and nature of adverse events and serious medical errors in intensive care. Crit Care Med [ Internet ]. 2005 [ citado  2015  Dec  28 ]33 (8): 1694-700. Disponível em: http://www.ccmpitt.com/ebm/patient_safety/The%20Critical%20Care%20Safety%20Study_The%20incidence%20and%20nature%20of%20adverse%20events%20and%20serious%20medical%20errors%20in%20intensive%20care..pdf

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